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Mostrando postagens com o rótulo Escalas de UTI

RISCO DE QUEDAS EM CRIANÇAS

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INTRODUÇÃO Segurança do paciente em pediatria é uma área relativamente nova, com poucas pesquisas publicadas e pouca atenção dada aos riscos de acidentes em hospitais que tratam exclusivamente de crianças. Para implementar uma iniciativa de sucesso que melhore a prevenção de quedas, de forma sustentada é necessário uma cultura organizacional e práticas operacionais que promovam o trabalho em equipe e comunicação, bem como especialização individual, uma vez que a conscientização sobre sua importância é uma responsabilidade interdisciplinar. OBJETIVO Reduzir a ocorrência de queda em pacientes e mitigar qualquer dano dela decorrente, no ambiente hospitalar. Implementar medidas que contemplem a avaliação de risco do paciente, para garantir o cuidado multiprofissional em um ambiente seguro, e promover a educação do paciente, familiares e profissionais. 3. Definições Queda - é definida como um evento não planejado que levou o paciente ao chão, com ou sem lesão e relacionado a fatores intrín...

A ESCALA RASS

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A  escala de agitação e sedação de Richmond  (ou “RASS”, do inglês “Richmond Agitation-Sedation Scale”) é uma escala empregada para avaliar o grau de sedação e agitação de um paciente, geralmente usado por profissionais que atuam em Unidades de Terapia Intensiva. Consiste em um método de avaliar a agitação ou sedação de pacientes usando três parametros claros que para determinar o nível, que varia de +4 a -5 na escala. A Escala RASS utiliza como um dos parâmetros o tempo em que é mantido contato visual com o paciente, a fim de entender o quanto ele está alerta. Outro parâmetro utilizado, é o nível de inquietude do paciência, que que pode variar de apenas levemente incomodado com os aparelhos até estar agressivo com a equipe médica que o atende, se tornando um perigo a essa equipe. MEDINDO OS NÍVEIS DA ESCALA RASS RASS +4 Combativo Combativo, violento, representando risco para a equipe RASS +3 Muito agitado Puxa ou remove tubos ou cateteres, verbalmente agressivo RASS +2 Agitad...

Escala de Humpty-Dumpty para crianças (RISCO DE QUEDA)

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AVALIAÇÃO DO GRAU DE RISCO DE QUEDA DE CRIANÇAS  A avaliação do risco de queda de crianças será realizada por meio da aplicação da Ficha de Avaliação para Risco de Queda em Crianças no Ambiente Hospitalar - Escala HumptyDumpty adaptada para pediatria . Do momento da admissão do paciente até sua alta, sendo revisada diariamente, conforme a rotina da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE). FATORES DE RISCO PARA QUEDA EM CRIANÇAS   Os fatores que predispõem as quedas na criança são os mesmos que predispõem no adulto (citados em 4,1,1 deste documento). UTILTZAÇÃO DA ESCALA DE HUMPTY-DUMPTY ADAPTADA  São avaliados os seguintes parâmetros: idade, sexo, diagnóstico, fatores ambientais, medicações usadas, deficiências cognitivas, cirurgia/ sedação/a nestes¡a. Na Escala Humpty-Dumpty adaptada, são atribuídos pontos a parâmetros pré-definidos e o somatório desses pontos definirão o risco de queda. Critérios de avaliação: a soma das pontuações atribuídas a cada um dos 7 (...

Escala de Morse e o panorama das queda de pacientes nas instituições

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  Escala de Morse – Enfermagem O que é a escala de Morse A escala de quedas de Morse, criada por Janice Morse em 1985,  é uma  escala amplamente utilizada na Enfermagem  para avaliar o paciente no que confere o risco de queda. Para a autora, as quedas podem ser: Quedas acidentais Quedas fisiológicas não antecipáveis:  queda em pacientes sem fatores de risco,  ocorrido por fatores fisiológicos como perda de força, convulsões, etc Quedas fisiológicas antecipáveis: queda em pacientes com alterações fisiológicas e que apresentam o risco. A avaliação possui seis itens principais, com opções de respostas e pontuação relacionada. Quanto maior o escore, maior o risco de queda. Antecedentes de queda Diagnóstico secundário Deambulação Dispositivo intravenoso Marcha Estado Mental O uso da escala de Morse é  uma importante ferramentas que a Enfermagem pode implementar no seu dia a dia, auxiliando assim na  segurança do paciente. Vários estudos mostr...

Como é a escala de Braden e como utilizá-la no ambiente da UTI?

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  Conheça o uso da escala de Braden para a correta prevenção e tratamento de lesões por pressão (LP) em hospitais e especialmente em UTIs A  escala de Braden  é um recurso utilizado nas UTIs para medir o risco dos pacientes críticos desenvolverem lesões por pressão.  A partir do registro, os enfermeiros conseguem  aplicar medidas preventivas e promover um tratamento mais eficaz , além de oferecer mais bem-estar para os pacientes. Pensando em proporcionar o melhor conhecimento para a sua prática clínica, nós do IESPE desenvolvemos um  curso online exclusivo que capacita para o uso da escala . Vale destacar que a ferramenta não é a única disponível (diversas escalas são validadas, como por exemplo as de Norton e Waterlow), mas a de Braden é a mais utilizada no gerenciamento do cuidado aos pacientes críticos.  Nesse contexto, a escala de Braden é aplicada em instituições de saúde por todo o mundo e foi traduzida para mais de 16 idiomas!   Assim ...

Significado da Escala de Glasgow

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  O que é a Escala de Glasgow: A escala de Glasgow, conhecida também como a escala de coma de Glasgow (ECG) é uma escala de ordem neurológica capaz de   medir e avaliar o nível de consciência de uma pessoa que tenha sofrido um traumatismo craniano. Esta escala é um método bastante confiável para detectar o nível de consciência de uma pessoa após acidentes. Ela é utilizada durante as primeiras 24 horas após o trauma e faz a avaliação baseada em três parâmetros:  abertura ocular, resposta motora e resposta verbal. Sua avaliação também é utilizada como um recurso dos profissionais de saúde no prognóstico do paciente, além de ter grande utilidade na previsão de eventuais sequelas. Inicialmente, a escala foi criada em 1974, por Graham Teasdale e Bryan J. Jennett, do Instituto de Ciências Neurológicas de Glasgow (no Reino Unido). A proposta era desenvolver um método que medisse os níveis de danos neurológicos nos pacientes, determinando assim o tratamento adequado. Mais recente...